segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Currículo Lattes

 Este é o endereço do meu Currículo Latess

http://lattes.cnpq.br/4570942129041644


Postado por:

Adriana Farias

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Mídia, máquinas de imagens práticas pedagógicas



Mídia, máquinas de imagens práticas pedagógicas

Ø Apreciação do Texto

Vivemos num mundo globalizado, e isso se deu graças aos avanços tecnológicos, dentro das escolas, nas diversas classes sociais e nos meios; rural, urbano. A velocidade que as notícias são passadas e o acúmulo de informações fica difícil um professor acompanhar, e as dificuldades que enfrentam em lidar com essa nova geração de alunos antenados nas diversas formas de mídias. Não se sabe até que ponto todo esse apelo consumista e tecnológico está ajudando ou prejudicando nossos alunos, tendo que se dividir em tantos afazeres.

Citação Direta
Para discutir o tema das relações entre mídia e trabalho pedagógico escolar, parto de cenas que poderiam ser multiplicadas ao infinito, com atores e situações bem diversos. No centro delas está a constelação de uma profunda alteração nos modos de existência contemporâneos, em que práticas cotidianas – também das escolas, por certo – se transformam, particularmente no que se refere às nossas experiências com as formas de inscrever-nos no social, de escrever; de falar, de pensar o mundo e a nós mesmos. (FISCHER, 2007, p.3).


Citação Indireta

Ler, falar, escrever, ver vídeos, filmes, assistir televisão, ouvir rádio, ficar ligada na internet. Todos esses meios áudios-visuais interagem na vida cotidiana dos jovens e no modo como se comportam e interagem nas salas de aula (FISCHER, 2007).



REFERENCIAS

Mídias, máquinas de imagem e práticas pedagógicas.
Rosa Maria Buenos Fischer, Revista Brasielira de educacao. 12 n 35-2007
www.scielo.br/pdf/rbedu/v12n35/a09v1235.pdfcena1


Postado por:  Anny e Enelca 

sábado, 8 de outubro de 2011

Diga não o Precoceito e a Descriminação

   
OBJETIVO:

       Esclarecer as varias formas de preconceitos. Sevirá de interação para alunos espor, se existe na escola a qual estuda algun tipo de preconceito, e como se dar este processo. Podendo troca experiencias com alunos de outras escolas.


  Segundo Elisabeth Salgado a inclusão não pode significar adequação ou normatização, tendo em vista um encaixar de alunos numa maioria considerada “privilegiada”, mas uma conduta que possibilitasse o “fazer parte”, um conviver que respeitasse as diferenças e não tentasse anulá-las.

    
 
      Como acolher o aluno com necessidades especiais se não se consegue lidar saudavelmente com as diferenças inerentes à própria existência humana?

 

                          http://www.comciencia.br/comciencia/handler.php?section=8&edicao=5&id=62

  O preconceito e a discriminação estão fortemente presentes entre estudantes, pais, professores, diretores e funcionários das escolas brasileiras. As que mais sofrem com esse tipo de manifestação são as pessoas com deficiência, principalmente mental, seguidas de negros e pardos. 
    As escolas tem que tratar todas as crianças sem descriminação, seja ela branca, preta, parda, ou especial. e fazer com que as outras crianças percebam isso, para que no futuro ela não tenha preconceito com  outras crianças.

para lidar com a inclusão de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais ,é preciso abandonar a idéia equivocada de que o professor tem que se preparar para atender alunos com deficiência. Segundo Maria Tereza Matoan não existem métodos de ensino especiais para se ensinar os conteúdos curriculares para esses alunos. “O professor não tem que aprender como ensinar matemática para alunos com deficiência. Ele tem de se preparar para atender a todas as crianças. O ensino escolar vai mal porque a escola continua repetindo no século XXI o que foi a escola do século XVIII", aponta a psicóloga. Ainda segundo ela, a preparação dos professores comuns deve passar pela naturalização de seus métodos, práticas de ensino, avaliações, entre outras tarefas, que estão muito defasados. “Por outro lado, os professores da educação especializada precisam também aprender a distinguir as suas funções das dos professores comuns, ensinando, sem repetir nas classes especiais, o que é próprio da escola comum, como acontece muito, até hoje, nas escolas especiais”, completa.



      







Postado por:
Anny e Enelça